quinta-feira, 28 de março de 2013

Nadia Knows Best

 Neste o sentido de humor é bom. Dou por mim a sorrir em algumas das situações. As primeiras folhas onde relata o encontro entre Nadia e Jay, até ao aparecimento do namorado, Laurie, são prometedoras mas as restantes não lhe chegam aos pés. Mais tarde seguindo a leitura torna-se um pouco repetitivo quando Nadia nunca chega a uma decisão sobre o que quer. Certas questões que são colocadas ao longo do livro nunca chegam a ser relatadas ou finalizadas, tipo a traição de Laurie, o interesse de Jay, somente quase no fim é que começamos a ter vislumbres disso.
 A familia é caracterizada como disfuncional, apesar de eu a considerar como normal, todos temos alguma coisa a apontar quando nos conhecemos tão bem uns ao outros. Por norma noutros romances a familia é quase que esquecida e é somente o casal em foco, quando sabemos que a familia quer queira quer não mete-se.
Sinopse:
When Nadia Kinsella meets Jay Tiernan, she's tempted, of course she is. Stranded together in a remote Cotswold pub while a snowstorm rages outside... let's face it, who would ever know? But Nadia's already met The One. She and Laurie have been together for years - they're practically childhood sweethearts and she still gets butterflies in her stomach at the sight of him. Okay, so maybe she doesn't see that much of him these days, but that's not Laurie's fault. She can't betray him. Besides, when you belong to a family like the Kinsellas - bewitchingly glamorous grandmother Miriam, feckless mother Leonie, stop-at-nothing sister Clare - well, someone has to exercise a bit of self-control, don't they? I mean, you wouldn't want to do something that you might later regret...
Boas leituras

sexta-feira, 22 de março de 2013

Frases indiscutivelmente verdadeiras

"O triste facto era que a Morte até podia espreitá-la encapuzada de negro e empunhando uma foice, que ela logo se distrairia a interrogar-se quanto à sua idade, origem, e à composição da foice."
in  Moning, Karen M. (2011) O Feitiço do Highlander.S. Pedro. Saída de Emergência. Pág. 66

quarta-feira, 20 de março de 2013

O legado Moorehouse

 Ao entrar na papelaria aqui da esquina estive a ver as revistas de artes manuais e qual não é o meu espanto quando vejo este livro. Da autora J. R. Ward, que escreveu os livros da Irmandade da Adaga Negra, chamou-me logo a atenção. Gosto da escrita dela.
 Ao ler achei que fosse somente uma úncia história mas não, contém três no mesmo livro, e fazem parte da mesma série sobre a familia Moorehouse. Infelizmente a tradução peca por ausências, acho a história reduzida ao seu minimo, pressa na tradução talvez, ou peca pelo reduzido valor atribuído para o efeito, o que nos deixa a espera de mais qualquer coisa mas não há.
Contra-capa:
UMA LUFADA DE AR FRESCO
A força daqueles olhos atingiu-a como uma lufada de ar fresco, mas Frankie Moorhouse depressa se recordou que tinha de preparar o jantar e continuar a administrar a sua pensão. Não podia dar-se ao luxo de ficar a olhar para um desconhecido. Contudo, Nate Walker era o chef de que tanto precisava no seu restaurante, por isso passaria lá o verão.
AMOR FEITICEIRO
Era uma loucura fantasiar com um homem que viu apenas cinco ou seis vezes por ano... A única coisa que Joy sabia daquele homem é que se  chamava Gray e não chegara mais longe do que isso, exceto nos seus sonhos.
Joy mal podia acreditar que as suas fantasias com Grayson Bennet, assessor politico e sedutor nato, estivessem prestes a tornar-se realidade. Finalmente, Gray reparava nela e olhava para Joy até a fazer derreter-se. Mas, será que a doce Joy combinaria com o arrogante Gray?
DESDE SEMPRE
Não conseguia esquecer o seu cabelo ruivo, nem a sua pele suave, nem os seus olhos verdes... O melhor amigo de Alex morrera, no entanto ele não conseguia tirar da cabeça que Cassandra fora sua esposa. Cassandra era a mulher proibida, que desejava há seis anos, a mulher que se casara com o seu melhor amigo, a mulher que estava a reconstruir o pequeno hotel de Alex... e talvez o seu maltratado coração.
Boas leituras

segunda-feira, 18 de março de 2013

Vem aí a Primavera...

Como está a crescer as Florinhas. Durante o fim de semana acrescentei muito mais pontinhos, já tem melhor aspecto, não acham?

sexta-feira, 15 de março de 2013

Always and Forever

Procurar respostas quando nem sabemos quais são as perguntas faz parte da vida, e de alguns dos seus maus momentos, momentos de aprendizagem e por isso de difícil aceitação. O que precisamos nem sempre é o que queremos, ou temos ainda consciência disso. Este livro relata alguns destes momentos ou situações, uma possibilidade talvez, existente na vida destas três pessoas, em que o veio condutor é Leah, dona do spa, que tenta ajudar a pensar, parar e ver mesmo o que precisam sem o saber.
Processo difícil  com os seus altos e baixos, mas faz parte da aprendizagem interior e mais tarde da evolução psicológica de cada um. Se fosse possível desejava uma Leah para cada um de nós que passa por esta situação.
Recomendo pela introspecção feita de uma forma divertida e simples.
Sinopse:
In the Irish town of Carrickwell, with its lush, endlessly rolling hills and authentic country tranquility, three women's lives are anything but calm. There's Mel, a compulsively ambitious mother/publicity manager at a high-powered PR firm -- living proof that balancing motherhood and a full-time job is no walk in the park. The hot-headed, indomitable Cleo, just out of college with a degree in hotel management, would like nothing better than to modernize and revive her family's dwindling hotel -- but faces a constant battle with her old-fashioned parents. And finally, there's the stylish, sweet-tempered Daisy, a self-consciously curvy fashion buyer for an upscale clothing boutique, who has been struggling -- and longing -- to have a baby with her absolutely perfect boyfriend. Although unconnected, these three women have one thing in common: they all need a break from their stressful lives. 
Muitas e boas leituras

domingo, 10 de março de 2013

Passeio de Domingo e... cinema

 Juro que nunca mais vou a um domingo a este género de eventos. Muita gente, controlado logo a entrada pois só entrava mais gente quando alguns saiam, e as pessoas cada vez têm menos civismo.  Sei que esta feira tem somente um fim de semana, ao contrário das anteriores, mas mesmo assim. Impossível ver seja o que for as pessoas somente se achegam as mesas para aproveitar as provas e amostras. Consegui provar biscoitos e pão de farinha Kamut. Trouxe um pãozinho destes, delicioso, e onde provei os biscoitos uma geleia de marmelo divinal, não foi provada na altura mas mesmo assim valeu a pena.
E após andar um pouco pela multidão lá consegui aranjar um chá de perpeta-roxa, interessante mas de preço um pouco exorbitante. Por fim e para finalizar a feira uma ginginha em copo de chocolate. Tipo prémio de consolação pois não consegui ver as coisas como queria mas que eu adoro.
Como estava no Campo Pequeno fui verificar o que estava no cinema. Fui ver OZ. Tive em tempos, quando mais miúda, dois destes livros de banda desenhada. Adoro esta história e como este filme é supostamente o que deu origem aqueles fui ver.
Cenas de uma cor luxuriante, como se vê nas imagens, e um enredo simples uma das irmãs quer o poder só para si e fará tudo para o ter, até ir contra a sua irmã, que mais tarde será a bruxa má.
Sinopse:
Oscar Diggs, um medíocre mágico de circo de ética questionável, é levado do empoeirado Kansas para a vibrante Terra de Oz, fica convencido que ganhou a lotaria e que está a um passo da fama e da fortuna. Isto, até conhecer as três bruxas, Theodora, Evanora e Glinda, que não estão assim tão convencidas de que ele é realmente o grande feiticeiro por quem todos esperavam. Arrastado com relutância para os problemas épicos relacionados com a terra de Oz e os seus habitantes, Oscar terá agora que distinguir o bem do mal antes que seja tarde demais. Recorrendo às suas artes mágicas através da ilusão, perspicácia - e ainda um pouco de feitiçaria - Oscar transforma-se não apenas no Grande Feiticeiro de Oz mas também num homem melhor.

sexta-feira, 8 de março de 2013

Salmon with cucumber sauce

E cá estamos... para mais uma receita, de peixe naturalmente. Receita retirada da página 51, do livro Microwave recipes for one.
Ingredientes utilizados:
manteiga
pepino
estragão
sal e pimenta
salmão, posta
cebola
farinha de milho
vinho branco ou sumo de limão
iogurte natural
Admito que gostei do salmão feito no microondas mas esta combinação de ingredientes não puxou muito para eu comer. Para a próxima melhora