sábado, 6 de abril de 2019

Desafio a caminho: #bloknoteartchallenge

Olá
espero que estejam bem de saúde e aproveitando o fim de semana. Eu inscrevi-me num desafio, iniciará a 15 de abril e decorre durante essa semana, a ideia é publicar um trabalho todos os dias. Essa última parte não sei bem como terminará mas cá estaremos para experimentar.
Vamos a luta

sábado, 30 de março de 2019

Seduzido até domingo

Leitura rápida e agradável.
Meg vai investigar uma ilha, procurando por áreas para a empresa Alliance que dêem aos seus futuros clientes um local agradável e livre de paparazzi, pois não são permitidas ligações tecnológicas nomeadamente internet, telemóveis e camaras fotográficas na ilha. O único senão veio do dono da ilha, Valentino, que impedia a visita de Meg antes de fazer uma investigação a todos os que queiram entrar na ilha. Não por muito tempo, verdade seja dita, mas deu para algumas situações engraçadas e risonhas aquando da apresentação de ambos. 
Michael, o ator aparece, para ajudar Meg a entrar na ilha e gozar umas merecidas férias e finalmente tem o seu final feliz lá mais para o fim. Conhecemos Gabi, irmã do propritário, que está em apuros e nem sabe mas irá precisar de ajuda, lá mais para o fim, dos nossos conhecidos desta série.
Sinopse:
Meg Rosenthal: Casamenteira de dia, realista à noite, Meg não se vai deixar levar por um belo homem de negócios qualquer com o seu fato de designer. Foi a uma fantástica estância avaliar o potencial dessa ilha privada para a sua agência, não foi para namorar com o seu dono. Mas aquele homem tem um magnetismo qualquer a que é difícil resistir, até mesmo para uma mulher que se recusa a apaixonar-se. Valentino Masini: Homem de negócios bem sucedido e lindo de morrer, Valentino está habituado a ter o que de melhor há no mundo. No entanto, nunca quis nada com a intensidade com que quer Meg, que provocou um terramoto no seu coração. Mas justamente quando decide convencê-la a ficar, alguém decide tirar Meg da ilha… para sempre.
Boas leituras

quinta-feira, 28 de março de 2019

A contadora de histórias

Leitura agradável, a maior parte das vezes, e muito diversificada no seu conteúdo.  
Este livro inicia como se um romance feminino se trata-se mas o seu conteúdo é bastante vasto no meu entender englobando desde terror e comédia. Por mais leve que seja falar do holocausto é sempre visto de forma violenta e muito pouco humana daí referir erro.
Conhecemos um pouco de Sage Singer, parcialmente desfigurada, padeira de profissão mas por imposição sua mais do que outra coisa qualquer. Deseja fechar-se do mundo, incluindo da sua própria familia, principalmente após a morte da mãe, não criando empatia com as pessoas mas tendo alguns conhecidos, namora com um homem casado apesar de conhecer sua esposa e o mal que lhe faz, muito insegura sobre o seu modo de ser. Grande parte do livro é essencialmente as dúvidas extenciais de Sage, para com a sua familia e a não tão recente morte da sua mãe, como primeiro ficamos a saber, separação voluntária para com as irmãs e fuga da vida no geral, e sobre o pão.
A parte da comédia vem essencialmente da personagem Leo Stein, o inspector do Deptº da Justiça, que tem algumas respostas engraçadas, tem sentido de humor, o que ajuda Sage a ter uma perspectiva diferente da vida a sua volta, e é ele que toma conta do caso da personagem Sage. E o romance nasce entre estas duas personagens enquanto a investigação acontece.
O busílis do romance começa quando Sage conhece Joseph e a sua cadela, e vão-se conhecendo e ele passado alguns dias pede-lhe um favor, que o ajude a morrer. Aqui começa a história dentro da história, e temos ainda a terceira voz ficcionada pela avó de Sage, Minka. Minka escrevia histórias para si mesma, não eram histórias de encantar mas sim histórias de terror, e mais certa altura para as suas companheiras de prisão, as histórias que criava sobre o upiór = vampiro com o seu irmão, doente mental imagino, e a aldeia onde este se encontrava com a padeira. Vários simbolos tanto no próprio pão (meio de sustento) como no vampiro (vida eterna), o eterno combate do bem e o do mal sempre presente. 
 Sinopse:
Sage Singer é padeira de profissão. Trabalha de noite, a preparar o pão e os bolos para o dia seguinte, tentando fugir a uma realidade de solidão, a más memórias e à sombra da morte da mãe. Quando Josef Weber, um velhote que faz parte do grupo de apoio de Sage, começa a passar pela padaria, os dois forjam uma amizade improvável. Apesar das diferenças, veem um no outro as cicatrizes que mais ninguém consegue ver.
Tudo muda no dia em que Josef confessa um segredo vergonhoso há muito escondido e pede a Sage um favor extraordinário. Se ela disser que sim, irá enfrentar não só as repercussões morais do seu ato, como também potenciais repercussões legais. Agora que a integridade do amigo mais chegado que alguma vez teve está envolta numa névoa, Sage começa a questionar os seus pressupostos e as expectativas em torno da sua vida e da sua família.
Um romance profundamente honesto, em que Jodi Picoult explora graciosamente até onde podemos ir para impedir que o passado dite o nosso futuro.
Boas leituras

quinta-feira, 21 de março de 2019

Frases indiscutivelmente verdadeiras

"A história dela é sobrenatural, acerca de um upiór - a versão polaca de um vampiro. Mas o que torna tão aterrorizadora não é o monstro, que é reconhecível e compreensível, mas os homens comuns também se revelam verdadeiros monstros. É como se soubessem, ainda tão novinha, que não é possível fazer uma separação clara entre o bem e o mal, que são gémeos siameses que partilham um único coração."

in Picoult, Jodi (2019).  A contadora de histórias. Bertrand Editora, Lisboa.  Pág. 177

sábado, 16 de março de 2019

A pecadora

Leitura muito rápida e interessante. Primeiro livro desta autora que leio e gostei, adorei e comecei a procura dos restantes volumes desta colecção. Deparei-me com uma linguagem em certas alturas muito física nas descrições de corpos e respetivas partes (pode ser um pouco de mais para algumas pessoas), e partes da história da investigação são interrompidas por partes da história pessoal dos dois intervenientes na investigação, cruzando em várias alturas.
O enredo em si é bastante complexo. Maura Isles e Jane Rizzoli trabalham na investigação criminal resolvendo os vários casos que têm. Maura é médica, fazendo as autópsias e  examinando os vários cadáveres de cada caso, enquanto Jane a polícia encarregada da investigação e dos rumos que vão seguindo. 
O caso inicia com a morte de uma freira no claustro de uma igreja, onde as possibilidades são caso de estupro e um bébé, da freira, encontrado morto adoravelmente agasalhado no fundo do pequeno lago existente no terreno da abadia. Depois passamos para a viagem à India de uma das freiras da abadia, em missão para ajudar uma aldeia de leprosos ao pé de uma fabrica de produtos quimicos. Abadia que ao fim de duas década começa a melhorar as suas estruturas que muito precisavam de modernização e manutenção e recebeu generoso donativo para a sua fé. Infelizmente não é uma questão de fé mas sim de dinheiro.
 As peças vão-se juntando e vamos deslindado a pouco e pouco, ações que antes não tinhamos pensado começam a fazer mais sentido do que simplesmente vontade de estar com alguém.
Sinopse:
Os corpos de duas freiras, vítimas de violência brutal, encontrados no solo sagrado da Capela da Nossa Senhora da Luz Divina conduzem a médica-legista Maura Isles e a detective Jane Rizzoli para o centro da investigação. Não vai ser fácil encontrar uma explicação para aquele cenário brutal, pois as freiras vivem em clausura, no convento, não tendo contactos com o exterior. Para adensar o mistério, Maura Isles descobre, ao fazer a autópsia à irmã Camille, uma jovem de vinte anos, que esta dera à luz pouco antes de ser barbaramente assassinada. Quando é encontrado o cadáver mutilado e irreconhecível de uma mulher num prédio abandonado, as investigações mudam de rumo. Começa então a desvendar-se a tenebrosa relação entre as mortes e, à medida que segredos há muito esquecidos vêm à superfície, descobre-se que o que está por detrás destes crimes é um acontecimento mais terrível do que alguma vez imaginaram... 
Boas leituras