sexta-feira, 19 de junho de 2026

O mistério do beco sem saída de Anne Perry

   Leitura agradável, volume da série policial que envolve marido e mulher a trabalhar para resolver o mistério das três mulheres mortas. Enredo que sofre voltas e mais voltas sem chegar a uma conclusão que agrade ao inspetor da policia e seu intendente.
Ele, Thomas Pitt, intendente da policia que ficou com o caso devido ao suspeito ser alguém de posses e filho de pessoa influente, e anda às turras, sem resolvê-lo, sendo auxiliá-lo pela sua esposa, Charlotte, onde um não vai o outro entra com nova perspectiva conseguindo avançar na investigação. Lemos as várias possibilidades conforme o estrato social da era vitoriana e seus modos de pensar, às vezes pouco lisonjeiros para com os outros estratos sociais e cheios de preconceito.

Sinopse:

Em plena Londres vitoriana, e pouco mais de dois anos após Jack, o Estripador, ter aterrorizado as prostitutas do East End, eis que, no sombrio beco sem saída de Pentecost Alley, surge novamente um assassino a actuar em Whitechapel. Claro que a morte violenta de uma simples prostituta não valeria uma investigação especial, pois a sociedade encara essas mulheres como menos que humanas e, assim, merecedoras de tudo quanto lhes possa acontecer.

Mas por baixo do corpo mutilado da jovem encontrava-se um estranho distintivo, cuja insígnia o identificava como o emblema do Clube do Fogo do Inferno, tendo gravado na parte de trás o nome de Finlay Fitzjames, de uma abastada e influente família. Encarregado de esclarecer o caso, o superintendente Pitt não pode permitir-se um passo em falso, pois que júri vitoriano acreditaria na palavra de uma vulgar prostituta contra a de um Fitzjames?

Boas leituras

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