"Of course, men always think war is about them."
in Hannah, Kristin (2016). O rouxinol. 11x17
"Of course, men always think war is about them."
in Hannah, Kristin (2016). O rouxinol. 11x17
"Uma pessoa está preparada para tudo, menos para tudo. Às vezes, sem sabermos exactamente como, as memórias assomam à superfície. Como bolhas de ar que emergem do fundo do oceano, longamente presas entre as rochas."
in Tordo, João (2009). O nome que a cidade esqueceu. Companhia das Letras, Lisboa. Pág. 365
"-Não sei! É a pergunta mais difícil do mundo, não é? Nunca descobri uma resposta que me satisfizesse. Deus é cruel, dá-nos pessoas para amar, cri-as à sua imagem e semelhança e depois leva-as. Devia ter inventado uma maneira melhor de fazer as coisas, não acha?"
in McCullogh, Colleen (2009). Tim. Biblioteca Sábado, Difel, Sant Vicenç dels Horts. Pág. 131
"A única coisa que os aproxima é o amor que há entre vocês, não é verdade? São diferentes na idade, na beleza, na inteligência, na riqueza, na classe social, na educação, no temperamento, e podia continuar por aí fora, não é assim? Mas a relação emocional entre ambos é autêntica, tão autêntica que permite ultrapassar todas essas diferenças profundas."
in McCullogh, Colleen (2009). Tim. Biblioteca Sábado, Difel, Sant Vicenç dels Horts. Pág. 155
"Here’s the thing: these teachers forget that I have to make hard decisions every day."
"Sometimes, focusing on what you can control is the only way to lessen the pang in your chest when you think about the things you can't."
"Maybe it’s more than just a tale of two cities; it’s a tale of two neighborhoods. On the one hand, people are scared to come over here because they say this part of town is dangerous, “undeveloped”, and a part of me thinks, good, keep out, then. But everyone knows that the good things like farmers’ markets, and updated grocery stores, and consistent trash pickup only happen when outsiders move in."
"Quando eu andava na escola secundária, o meu professor de Matemática, o sr. Packwood, costumava dizer, <Se estiveres bloqueado num problema, não fiques a pensar nele; simplesmente, começa a trabalhá-lo. Mesmo que não saibas o que estás a fazer, o simples ato de trabalhar nele fará com que as ideias certas acabem por surgir na tua mente>."
in Mason, Mark (2021). A arte subtil de saber dizer que se f*da. Edições Saída de Emergência, Porto Salvo. Pág. 169
"No seu sexto aniversário, a Avozinha contou-lhe a história do anjo-do-mar. Para lhe ensinar que nem todos os monstros começam por ser mosntros. Alguns trazem a sua monstruosidade por dentro."
in Backman, Fredrika (2018). A minha avó pede desculpa. Porto Editora, Lisboa. Pág. 117
"Afinal, todas as melhores pessoas são diferentes - basta pensar nos super-heróis. Ao fim e ao cabo, se os superpoderes fossem normais, toda a gente os teria."
in Backman, Fredrika (2018). A minha avó pede desculpa. Porto Editora, Lisboa. Pág. 7
“Quem não tem saudades nunca foi feliz.”
in Piedade, Susana (2022). Três mulheres no Beiral. Oficina do Livro, alfragide. Pág. 104
"Novos deuses aparecem, entretanto.
Deus deslocou-se para o exterior, saiu dos espaços fechados.
Saiu de casa e das igrejas e foi lá para fora.
Por isso os devotos estão à janela.
Nossa Senhora das janelas.
Em muitas cidades, os novos devotos. È vê-los.
Nossa Senhoras das Janelas não sairá mais da cidade nem do século."
in Tavares, Gonçalo M. (2021). Diário da peste o ano de 2020. Relógio d?Água, Lisboa. Pág. 111
"Estava tão só que comcei a pensar que a gata, com os seus olhos doces, olhava por mim como se compreendesse o meu sofrimento. Chamei-lhe Malach, que significa anjo em hebraico, e imaginei que ela era um verdadeiro anjo que olhava por mim. Eu não merecia um verdadero, isso era algo que eu sabia. No entanto, estava contente por ela me seguir. Lamentava muito não ter comida para ela. Temia que ela não sobrevivesse, mas ela parecia prosperar sem minha ajuda."
in Kacenberg, Mala (2022). A menina e a gata. Bertrand Editora, Maia. Pág. 37
in Ferguson, Will (2003). Felicidade R. Asa Editores , Porto. Pág. 168
"Perguntei ao Paul. Disse-lhe: <Satisfação a cem por cento? Isso é estatisticamente impossível. Quantas pessoas testaste? Uma dúzia?>. <Sondámos centenas. Milhares. Inserimos um questionário na última tiragem>, disse ele. Em regra, já nos contentamos quando recebemos uma taxa de respostas da ordem dos 10 por cento. sabes quantos questionários foram devolvidos? Todos. Até ao último. E depois disse o Paul: <Bem, é claro que não foram realmente 100 por cento. Percebes a gente arredondou o número. Foram 99,7 por cento de satisfação>. E sabes uma coisa, May? Acho 99,7 por cento mais assustador do que 100 por cento. Não sei porquê, mas acho."
in Ferguson, Will (2003). Felicidade R. Asa Editores , Porto. Pág. 152
in Barbery, Muriel (2008). A elegância do Ouriço. Editoral Presença , Barcarena. Pág. 118
"Já li tantos livros...
No entanto, como todos os autodidactas, nunca tenho a certeza do que neles entendi. Um dia, pareceu-me abarcar com um só olhar a totalidade do saber, como se ramificações invisíveis surgissem de repente e tecessem entre elas as minhas leituras dispersas - depois brutalmente, o sentido vai-se, o essencial escapa-me e, por mais que releia as mesmas linhas, elas escapam-me sempre um pouco mais, e eu pareço uma velha que julga ter o estomâgo cheio porque leu atentamente a ementa."
"Panchita viveu sem dar valor ao dom da beleza até à maturidade, altura em que, de tanto o ouvir da boca dos outros, acabou por acreditar. Quando levei Roger, o meu último namorado, ao Chile para o apresentar aos meus pais, ficou impressionado com ela e disse-lhe que era muito bonita. Ela apontou para o marido e respondeu, com um suspiro: «Ele nunca me disse isso.» O tio Ramón interveio secamente: »É verdade, mas eu vi-a primeiro.»
Nos últimos meses da sua existência, em que precisava de assistência para tudo, mesmo para as coisas mais intimas, a minha mãe comentou que se resignara a aceitar ajuda e a agradecê-la. «Com a dependência, tornamo-nos humildes», confessou. E, depois de uma pausa em que ficou a matutar na frase, acrescentou: «Mas a humildade não tira a vaidade.»"