terça-feira, 12 de março de 2019

O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá

Leitura muito agradável.
Achei a história linda mas o fim é muito triste.
Recomendo.
Sinopse:
Jorge Amado escreveu O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá, em 1948, para o seu filho João Jorge, quando este completou um ano de idade.O texto andou perdido, e só em 1978 conheceu a sua primeira edição, depois de ter sido recuperado pelo filho e levado a Carybé para ilustrar.Com ilustrações belíssimas, para um belíssimo texto, a história de amor do Gato Malhado e da Andorinha Sinhá continua a correr mundo fazendo as delícias de leitores de todas as idades.
Boas leituras

sexta-feira, 8 de março de 2019

Um crime anunciado

Leitura rápida e agradável.
Kate vai um pouco ao desconhecido quando decide sair de casa e da companhia da mãe, e aparentemente muito mais mas ficará para um próximo livro, e decide ir para a casa de uma tia, pertencia à familia mas que não conhece, e para um novo emprego no ramo imobiliário. Antes de ir ouve várias coisas em relação a tia mas infelizmente não muito agradáveis. Ao chegar a esta encantadora cidade trava conhecimento com algumas pessoas, que falam de si e das pessoas daquele lugar.
Kate começa a formar os seus próprios juizos sobre as pessoas com quem fala, a tia Sarah, que não é nada do que estava a espera e do que lhe dizeram, e bem como Jack, o sobrinho que nunca teve e talvez abusa-se da senhora. Entretanto descobrem-se várias coisas falando com outras pessoas que conheceram as vitimas, situações aparecem que vão tornando a investigação a titulo individual um pouco mais insegura e perigosa e Kate somente desejava conhecer um pouco do seu pai, que faleceu faz tempo e de quem não se lembra.
Gostei.
Sinopse:
Sara Medlar é uma escritora de renome. Decidida a abrandar o ritmo da sua vida, compra uma mansão antiga e contrata o jovem Jackson Wyatt para a remodelar. E quando Jack parte uma perna, Sara – que se sente só mas é incapaz de o admitir – convida-o a ir viver lá para casa. Há, porém, um segundo “inquilino” a caminho... Kate Medlar, sobrinha de Sara. Ao chegar à grandiosa propriedade, porém, o desagrado de Kate relativamente a Jack é evidente – pois só um tolo não vê que o jovem está a usar os seus encantos para se aproveitar da velha senhora...Mas quando a queda de uma árvore no jardim revela os restos mortais de duas pessoas, os três unem-se para desvendar o crime. Perante a misteriosa má vontade de todos aqueles que os rodeiam, e unidos por um apurado sentido de justiça, Kate, Sara e Jack terão de mergulhar no sombrio passado da mansão para descobrir o que realmente aconteceu.
Boas leituras

sábado, 2 de março de 2019

Noiva até sexta

 Leitura rápida e agradável.
 Temos a história de Gwen, lady britânica, que finalmente vive sozinha e tenta governar uma empresa, enquanto a sua cunhada vai de férias com o irmão, e ao mesmo tempo atiçar o  seu guarda-costas preferido Neil, ex-militar. 
Sinopse:
Gwen Harrison é a bela filha de um duque britânico que se muda para os Estados Unidos para gerir o negócio de casamentos da cunhada. Mas não tarda a apaixonar-se por Neil MacBain, um ex-fuzileiro que fará tudo para proteger a mulher que ama.
Neil MacBain é um ex-fuzileiro que não tem como negar o efeito que Gwen, uma belíssima aristocrata, exerce na sua alma perturbada e no seu corpo musculado. Mas claro que Gwen está muito além do seu alcance. Até que uma ameaça do passado de Neil regressa e Gwen é apanhada no meio do fogo cruzado. Agora, para a manter em segurança, ele vai arriscar tudo: a carreira, a vida… e o coração.
Boas leituras

domingo, 24 de fevereiro de 2019

Branco, de Rosie Thomas

Leitura muito interessante mas ao mesmo tempo arrepiante, e este livro é um romance.
A meio a relatos de paisagens encantadoramente brancas e outras paragens longinquas temos a noção da quase obsessão da maioria dos alpinistas que se encontram nesta expedição, com o único intuito de escalar o Evereste a todo o custo.

Temos vários níveis de histórias neste livro, o romance inicial de Sam com Finch, que vai a caminho do desastre mais ou menos a meio do livro no aparecimento do guia Al, o amor romanceado de Sam com Al, surge a meio do livro, o amor eterno de Al para com as montanhas, sempre presente mesmo quando está em companhia da sua filha, ou mesmo com Sam, ou quando perdeu o seu melhor amigo, Steve, e igual em muitos dos alpinistas.
Por outro lado ainda temos o lado prático da coisa. Tudo o que necessita uma expedição em termos de materiais necessários para a vida humana subir ao ponto mais alto deste nosso planeta, em termos médicos quais são as consequências da subida pois a 7900 metros acima do nível do mar o ar torna-se mais rarefeito e várias coisas podem acontecer a nossa cabeça, que entretanto vai congelando com o frio, -40º C, e a falta de açúcar.
Depois existe ainda a camada dos que ficam pelo caminho, podem ou não ser encontrados por outros aquando da sua subida pelo Evereste, expostos ao vento e às vezes despidos pelo próprio vento, se a familia não solicitar, e pagar, pelo seu regresso.
Sinopse:
Um livro que nos mostra os limites do sacrifício humano, a auto-confiança, e o poder da compaixão. Dois homens que enfrentam os seus demónios e uma mulher que persegue o seu próprio sonho. Para Sam MacGrath um encontro fugaz com uma jovem num voo turbulento, é o suficiente para lhe mudar a vida. Loucamente atraído por ela, segue o seu impulso e jura segui-la até ao Nepal. A jovem Finch Buchanan ingressa numa expedição aos Himalaias como médica, mas quando chega, reencontra um homem que nunca conseguiu esquecer. Al Hood fez uma promessa à filha: Se conquistar o pico desta montanha, deixará a escalada para sempre. O Evereste eleva-se sobre o grupo, lindo e silencioso. Contra as ameaças do clima e da altitude, ergue-se a paixão e a força de vontade. As relações intensas entre Finch, Al e Sam, começam a desenrolar-se... Perante tamanho desafio, as consequências podem ser trágicas.
Boas leituras

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

A man called Ove

Leitura por vezes triste por vezes risonha, como a vida.
Como a vida com os seus altos e baixos em que nós, seres humanos, temos mais tendência para lembrar o negativo do que o positivo e Ove não é diferente. Com a perda da sua esposa, para o cancro, a sua vida deixa de ter significado e companhia, e decide acabar com a vida e juntar-se à ela. 
É triste a razão escolhida para o fazer mas ao lermos vemos que Ove não tinha muita familia próxima, os amigos eram ocasionais e relativos ao trabalho, e aquando da morte dela até os vizinhos entravam em guerra com a Associação de residentes e as coisas a tratar, logo o clima não era dos melhores. Vivemos o drama que é de alguém tentar-se matar e por diferentes motivos, ou meras coincidêencias, algo sempre acontece que o impede de atingir o seu objetivo. A sua solidão é interrompida com a chegada de novos vizinhos, e mais precisamente de Parvaneh e as suas crianças e o marido, que entram na sua vida fazendo marcha a trás com reboque. Parvaneh, grávida e com um marido IT- consultant, que nada percebe de arranjos, tem de lhe pedir ajuda várias vezes e numa delas que percebe as intenções de Ove, com aquele assunto da garagem fechada e o carro ligado lá dentro. E depois a sua presença entranha-se, bem como as dos vizinhos, mais chegados ou não, até Anders sem namorada loira com cão mijam.
Algumas alturas dá vontade de para de ler de tanto rir, tais são as situações descritas de Ove e a sua frontalidade para com a vida mas adorei e recomendo mas aviso preparem-se pois durante a vossa leitura irão chorar.
Recomendo.
Sinopse:
At first sight, Ove is almost certainly the grumpiest man you will ever meet. He thinks himself surrounded by idiots - neighbours who can't reverse a trailer properly, joggers, shop assistants who talk in code, and the perpetrators of the vicious coup d'etat that ousted him as Chairman of the Residents' Association. He will persist in making his daily inspection rounds of the local streets.
But isn't it rare, these days, to find such old-fashioned clarity of belief and deed? Such unswerving conviction about what the world should be, and a lifelong dedication to making it just so? In the end, you will see, there is something about Ove that is quite irresistible.
Boas leituras

terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

Frases indiscutivelmente verdadeiras

" And time is a curious thing. Most of us only live for the time that lies right ahead of us. A few days, weeks, years. One of the most painful moments in a person's life probably comes with the insight that an age has been reached when there is more to look back on that ahead. And when time no longer lies ahead of one, other things have to be lived for. Memories, perhaps. Afternoons in the sun with someon's hand clutched in one's own. The fragrance of flowerbeds in fresh bloom. Sundays in a café. Grandchildren, perhaps. One finds a way of living for the sake of someone else's future. And it wasn't as if Ove also died when Sonja left him. He just stopped living. 
Grief is a strange thing."

in Backman, Fredrick  (2014).  A man called Ove. Sceptre, London. Chapter 39 Page 2/7.