quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

A Estrela de Gonçalo Enes

Os livros desta senhora sabem sempre a pouco. Mais um livro lido que se chama A estrela de Gonçalo Enes. História ficticia que poderia ser real tão próxima do dia-a-dia da época se parece. Mas tem no seu cerne alguns acontecimentos históricos importantes, encontrados através de pesquisa que a autora fez, que dão veracidade para esta possibilidade ou possiblidades, e quem sabe não estará muito longe da realidade.
Contra-capa:
Gonçalo Enes e Pêro de Évora são personagens reais da história de Portugal, que viveram na época dos descobrimentos. Depois de uma existência aventurosa em terras de África, encontram as grutas de Tassili n'Ajjer, que só foram redescobertas no século XIX. Baseada em apontamentos de uma pesquisa previamente feita, a autora decidiu escrever este livro, no seu estilo inconfundível, ficcionando quase tudo. Porém, os nomes das duas personagens, os seus principais feitos, a surdez de Pêro de Évora, a descoberta das grutas e aldeia natal de Gonçalo Enes são reais.
E é tudo por hoje. Resto de um bom dia e boas leituras.

domingo, 27 de janeiro de 2013

A Canção dos Dragões

Surpreendeu-me este livro pela positiva, achei o enredo imaginativo e bastante simples. Dentro desta sociedade utópica e tipicamente paternalista os homens têm as funções mais importantes, neste caso a de Harpista. Semelhante ao que acontecia na Idade Antiga quando os bardos cantavam os feitos de um mesmo povo, com a diferença de que nesta sociedade não é dado ênfase à riqueza de trajes ou patrocinio mas sim à criação, a música. Aqui, quem ficava com o dever de cantar, os homens, e que acalentava um certo grau de notoriedade, bem como a fuga a certos trabalhos mais pesados, do qual a pesca é o seu ganha-pão, devido a não molestar o seu bem mais precioso para este oficio, as mãos. Fugindo à tradição existente, uma rapariga aparece com o dom, e com ele traz mudanças que nem todos gostam, principalmente os mais próximos dela.

Sinopse:
Durante séculos, o mundo de Pern enfrentou uma força destrutiva, conhecida por Fios. Porém, os magníficos dragões que sempre protegeram Pern, assim como os homens e as mulheres que neles voavam, começaram a escassear. À medida que cada vez menos dragões deslizam pelos ares e a destruição insiste em cair do céu, Menolly, uma rapariga de quinze anos, tem apenas um sonho: cantar, tocar e compor a música que lhe é tão familiar – deseja tornar-se Harpista. Mas, apesar do seu grande talento, o pai acredita que uma rapariga não merece ocupar uma posição tão respeitada e proíbe-a de seguir os seus sonhos.
Menolly foge e depara-se com nove lagartos-de-fogo que poderão salvar o seu mundo… e mudar a sua vida para sempre.
Boas leituras

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Desgraça

Relato das vivençias de Africa do Sul, pós-apartheid, com diferenças entre a cidade e o campo e nas relações entre brancos e negros. Neste relato existe um foco, o sexo. Na primeira personagem que nos é apresentada, o professor Lurie, ele é visto através de estereotipos, morais arraizadas numa tradição moralista e ignorante, o sexo é retratado como consentido, como prazer, que leva a desgraça na relação entre professor e aluna, e no fim à expulsão do primeiro da universidade. Na segunda personagem central, a filha Lucy, retratada como apegada a terra, em comunhão com todos os que perto dela habitam. Chega o pai para fugir ao momento e com ele a desgraça vêm para ela, mas nela o sexo é retrado com violencia, acto forçado, e até mesmo uma expressão de vingança.
Dualidades retratadas: campo/cidade, sexo prazeiroso/sexo violento, sociedade moralista/sociedade em sintonia.
Sinopse:
David Lurie é um professor sul-africano de inglês que perde tudo o que tinha: a sua reputação, o seu trabalho, a sua paz de espírito, a sua boa aparência, os seus sonhos de sucesso artístico, e por fim, a qualidade de proteger a própria filha. Divorciado duas vezes, sente-se insatisfeito com o seu trabalho de professor de Comunicação e Literatura Romântica na Universidade da Cidade do Cabo, em plena África do Sul pós-apartheid. A sua “desgraça” começa quando ele seduz uma das suas estudantes e nada faz para se proteger a si próprio das consequências. Ele é demitido do seu cargo de professor e procura refúgio na quinta da sua filha, no Cabo Oriental. Durante algum tempo, a influência da sua filha e o ritmo natural da quinta, pareciam prometer harmonizar a vida discordante de Lurie. Mas o equilíbrio de poder no país estava a mudar. Pouco depois de se habituar à vida rural, é forçado a aceitar as consequências de um ataque ocorrido na sua quinta: a sua filha é violada e engravida, e ele é violentamente agredido.
Boas leituras

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

A Arte da Fuga

Sentimentos sempre tão dificeis de validar, compreender... 
Sinopse:
"A Arte da Fuga" é um livro sobre a intimidade, experiência emocional só possível com proximidade face a outro, partilha de sentimentos entre duas pessoas e maturidade construída ao longo de uma viagem.
Nesta obra fala-se de afectos positivos e negativos, de comunicação clara e paradoxal, de espaços privados e de serviços psiquiátricos públicos.
Boas leituras 

domingo, 13 de janeiro de 2013

Deadly Love

Romance diferente que apesar de acabar bem não é o fim esperado, pelo menos por mim. Aqui relata-se as aventuras e desventuras de uma donzela com ideias muito precisas para a sociedade em que vive. Basicamente são contrárias a época mas enfim mudar mentalidades é dificil mas aprende-se.
Sinopse:
Welcome to the world of Francesca Cahill, crime-solver extraordinaire. Francesca is no ordinary heroine. She refuses to bow to convention, wears her heart on her sleeve, and isdetermined to right the ills and injustices of society. Deadly Love begins Francesca's mad escapades when the neighbors' little boy is kidnapped right out of his bed during a society ball. It is January 18, 1902. Francesca stumbles across the ransom note just as she meets New York City's newly appointed police commissioner, Rick Bragg. And Francesca can no more stay out of this investigation than she can stop herself from falling in love with the city's determined and powerful police commissioner. But little does she know that on this singular night, her life will change forever.
Boas leituras

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Hisbisco Hawai 2ª flor update

Como está o meu Hibisco
 e olhando para as flores cheguei a uma brilhante conclusão, enganei-meeee
que treta
Tenho que desmanchar o lado direito todooo, ficou muito afastado. Não igual ao outro

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

A vida de Pi


Li o livro e achei-o o máximo, quando ouvi que iria sair em cinema não aguentei enquanto não vi o thriller e depois... Contagem descrescente para o ir ver.
 Visualmente já era conhecido por ser fantástico, conforme as imagens a circular pela net demonstram, e também pelos belissimos efeitos especiais que o filme acarreta. No som adorei a canção do inicio, penso que na língua nativa, que se repete igualmente no fim, acho muito bonita.
A outra questão que o filme apresenta é sobre religião, a presença de Deus, que Pi tanto busca nos seus tenros anos de vida e por várias religiões. A viagem pelo mar somente vem enaltecer o fato de que na vida existem certas coisas que não são vistas mas somente acreditadas, como fé, Deus, e no fim esta viagem por mar acompanhado por um tigre.
Sinopse:
Filho do administrador do jardim zoológico de Pondicherry, na India, Pi Patel possui um conhecimento enciclopédico sobre animais e uma visão da vida muito peculiar. Quando Pi tem dezasseis anos, a família decide emigrar para a América do Norte num navio cargueiro juntamente com os habitantes do zoo. Porém, o navio afunda-se logo nos primeiros dias de viagem e Pi vê-se na imensidão do Pacifico a bordo de um salva-vidas acompanhado de uma hiena, um orangotango, uma zebra ferida e um tigre de Bengala. Em breve restarão apenas Pi e o tigre, e a única esperança de sobreviverem é descobrirem, de alguma forma, que ambos precisam um do outro... 
Suspiro, acho que vou ver outra vez :)

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

1º projecto de 2013 terminado

É mais um frasco mas este para mim, após fazer a decoração a vários para a época natalicia decidi criar um para ficar para os meus lados.


 Utilizei tinta de vitral azul cobalto, diluída com o aclarador ou incolor, para lhe dar um tom mais claro. Convém ao dar as primeiras demãos colocar muito pouco, rodar aos circulos pelo substrato, e fazê-lo com o frasco virado ao contrário. Na última passagem levar mais tinta para que ao escorrer fazer as ondas. São estas ondas que lhe dão a graça. Decorei com stickers redondos daqueles apropriados para scrapbooking, os transparentes, e com pedras azuis, de formato oval. Tudo colado com o vitral incolor, e que após secagem da pedraria também se passa o pincel em todo o frasco mas do fundo para o gargalo em movimentos verticais.
Assim que secar a tampa mostro-a também.

domingo, 6 de janeiro de 2013

Uma cana de pesca para o meu avô

Vários pequenos contos sobre as reminiscências do autor, relembrando a sua mocidade, sua familia, retratando uma época diferente desta presente, vivida no tempo de outrora.
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura  
Livro recomendado para os 7º, 8º e 9º anos de escolaridade, destinado a leitura autónoma. 
É o primeiro livro que nos chega em tradução portuguesa do Prémio Nobel da Literatura do ano 2000. "Uma Cana de Pesca para o meu Avô" é uma colectânea de seis contos do escritor Gao Xingiian, nascido na China Oriental em 1940, perseguido pelo regime, enviado para um "campo de reeducação" durante a revolução cultural e exilado em Paris desde 1987. 
Os contos variam entre o lirismo e o absurdo (foi com a publicação de peças de teatro inspiradas em Becket que Gao Xingiian se afirmou), e neles são visíveis os sinais de exílio e perseguição, as alusões aos tempos terríveis por que os chineses passaram. Mas há também um sinal de esperança e crença na "bondade do coração humano": "tudo isso pertence ao passado. Temos de aprender a esquecer".
Resto de bom fim de semana.

Escaravelho

Esta vivenda é um poço de novidades. Desta vez pela manhã encontrei um insecto diferente, que não tinha visto por aqui antes. Um escaravelho.