quinta-feira, 27 de setembro de 2012

The Lovely Bones

Hoje acabei de ler este livro, de Alice Sebold.
Admito que tem coisas que gostei e que não gostei. Gostei da visão do Céu, da relação entre vida e morte. Relação simples, considerada sem culpa, um local de aprendizagem contínua e procura onde ao chegarmos podermos ter aquilo que desejarmos ao nosso redor o que nos acompanhou em vida e os quais conhecemos, conforme a nossa aprendizagem de nós próprios e dos outros progride. Esta relação pode ser considerada por alguns carecendo de conteúdo religioso mas eu considerou-a espiritual. Não tem obrigatoriamente de existir aspectos existentes de uma ou outra religião, seja ela católica, episcopal, ou islâmica, para ser considerado religioso.
Gostei da procura de Susie pelo conhecimento dos seus pais, e família, e também amigos. Apesar de em certas alturas considerar esta procura obsessiva e algo contrária a visão narrada do céu. Principalmente aquando da troca de corpo com Ruth Connors e Susie.
Sinopse:
My name was Salmon, like the fish, first name, Susie. I was fourteen when I was murdered on December 6, 1973. My murderer was a man from our neighborhood. My mother liked his border flowers, and my father talked to him once about fertilizer' 
This is Susie Salmon, speaking to us from heaven. It looks a lot like her school playground, with the good kind of swing sets. There are counsellors to help newcomers to adjust, and friends to room with. Everything she wants appears as soon as she thinks of it - except the thing she wants most: to be back with the people she loved on earth. 
From heaven, Susie watches. She sees her happy suburban family implode after her death, as each member tries to come to terms with the terrible loss. Over the years, her friends and siblings grow up, fall in love, do all the things she never had the chance to do herself. But life is not quite finished with Susie yet. 
The Lovely Bones is a luminous and astonishing novel about life and death, forgiveness and vengeance, memory and forgetting. It is, above all, a novel which finds light in the darkest of places, and shows how even when that light seems to be utterly extinguished, it is still there, waiting to be rekindled. 

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