domingo, 4 de novembro de 2012

O meu frigorífico e eu

Mais um post no blogue, mais um livro lido. Este por sinal curto, mas de bom humor, que nos faz sorrir em algumas das suas páginas. Leitura leve e descomplexada que fala de uma dependência alimentar, é ela por ausência ou por excesso, onde a autora assume-se como tendo problemas e reconhece esse facto após algum tempo.
E avança, na procura incessante de formas médicas de resolução, tendo lhe sido aplicado vários jargões médicos, utilizados na designação de tal malfada doença. Busca auxilio num leque alargado de especialistas não só dentro da própria medicina, clinica geral e especialidades, incluindo também a área de psicologia.
Contra-capa:
O Meu Frigorífico e Eu é um diário sobre a relação conflituosa da autora com o seu corpo. Desde a obesidade à anorexia, passando pelo comportamento bulímico, até à compulsão, tudo foi por ela experimentado. Na idade adulta, o ponteiro da balança tem variado entre os 45 e os 90 quilos, e o meio-termo parece escapar-lhe.
É na primeira pessoa que fala, partilhando com os leitores os resultados das suas buscas sobre o problema. São anos de pesquisa, tratamentos, dietas e poções várias, tendo apenas um ideal de beleza no horizonte. 
Também, por esse motivo, as considerações dos especialistas das mais diversas áreas que surgem ao longo do discurso trazem propostas de tratamento e algumas sugestões de mudança.
Um relato real e divertido que em muito nos lembra o popular Diário de Bridget Jones
«Será que fraca por fraca, prefiro ser fraca de corpo do que de espírito? Sinto-me mais inteligente, mais confiante, mais segura e mais “gente” com o escudo Hora Actual me protector da adiposidade superlativa do que elegante e sedutora, mas desprotegida nos afectos? Acho que sim.»
Boas risadas

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