sexta-feira, 14 de abril de 2017

The book thief

Livro engraçado pela forma como é contada a história, o seu tempo histórico é passado maioritariamente durante a Segunda Grande Guerra e nos mostra o lado alemão no seu dia-a-dia com as suas pessoas, desejos e receios. Relata a falta de trabalho para alguns alemães, a fome existente, os raides aéreos, o trabalho das classes mais baixas, a separação das pessoas (comunistas, judeus... e esqueceram-se dos não-apoiantes à causa Hitler).
O narrador em toda o livro é caricato, é a morte a falar. A morte fala connosco como se fossemos amigos e todos amigos, um tipo porreio e cheio de humor, que conta um pouco de si ao mesmo tempo que conta a história da menina que roubava livros, do que a morte gosta: cores, do que gostaria de se queixar: o seu trabalho, muito dele nesta altura de guerra. Por outro lado conta os mortos, passagens e vislumbres da vida dessa pessoa que entrou em contacto com Liesel, a menina dos livros alheios, e como eles vão morrer para os leitores antes mesmo de acontecer já revela o fim, de forma espaçada, o que deixa pouco para desvendar quando chega o momento (e pode tornar-se muito chato).
O tom do livro é leve tenta mostrar que mesmo dentro da Alemanha da II Guerra vozes discordantes existiriam mas o assunto é melindroso.
Sinopse:
It is 1939. Nazi Germany. The country is holding its breath. Death has never been busier, and will become busier still.
Liesel Meminger is a foster girl living outside of Munich, who scratches out a meager existence for herself by stealing when she encounters something she can’t resist–books. With the help of her accordion-playing foster father, she learns to read and shares her stolen books with her neighbors during bombing raids as well as with the Jewish man hidden in her basement.
In superbly crafted writing that burns with intensity, award-winning author Markus Zusak, author of I Am the Messenger, has given us one of the most enduring stories of our time.
Boas leituras

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