terça-feira, 28 de agosto de 2018

Encontras-me no fim do mundo

Leitura agradável e risonha para este livro curto.
Jean-Luc está no topo do mundo: bem sucedido na galeria, com poder económico e um leque alargado de amigos e "amigas". Uma carta sem remetente chega-lhe na caixa de correio e vem quebrar esta paz e desconcertar a sua vida pacata. Nela uma mulher explica o seu amor por ele e refere a sua invisibilidade para com ele.
Iniciam uma troca de correspondência por email mas Jean-Luc não sabe quem é a sua mulher fatal e misteriosa e começa a andar um pouco obcecado vendo em todas as mulheres com que fala, conhecidas ou semi-conhecidas, a sua mulher misteriosa. Falando com os amigos procura conselhos e sabedoria em como proceder, avisa-os ainda sobre o seu primeiro amor e como correu mal para uma primeira vez, cada um aponta uma possibilidade das mulheres que conhece, ou não. Qual será? Terá de ler para saber.
 Sinopse:
Jean-Luc Champollion é aquilo a que os franceses chamam um homme à femmes. O encantador proprietário de uma galeria bem-sucedida ama a arte e a vida, é muito sensível ao encanto das mulheres, que de bom grado lho retribuem, e vive num dos bairros da moda de Paris, em perfeita harmonia com o seu fiel dálmata Cézanne. Tudo corre bem até que, uma da manhã, Jean-Luc encontra no correio um envelope azul, e a sua vida muda para sempre. A missiva é uma carta de amor, ou melhor, uma das declarações de amor mais apaixonadas que o galerista já viu, mas não vem assinada: a misteriosa autora decidiu esconder-se e convida-o a descobrir quem é. Jean-Luc fica inicialmente confuso, mas decide alinhar. A remetente anónima forneceu-lhe um endereço de e-mail e desafia-o a responder. Mas a tarefa não é fácil. Em breve, Jean-Luc tem apenas um objetivo: descobrir a identidade da caprichosa desconhecida, que parece conhecer muito bem os seus hábitos e gosta de o provocar incessantemente. Assombrado pelas suas palavras, Jean-Luc segue as pistas dispersas na correspondência, cada vez mais incapaz de resistir à mais doce das armadilhas. O objeto da sua paixão existe apenas no papel e na sua imaginação, mas ele sente conhecer melhor esta mulher do que os quadros expostos na sua galeria, mesmo que nunca tenha visto o seu rosto. Ou será que viu?
Boas leituras

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